Sobre amamentação, GVA, histórias e comemorações

Legenda #pracegover Cena em close total do peito, com Gabriel recém nascido mamando na penumbra, vestindo um macacão listrado azul, luvas brancas listradas um corro com carinha de cachorro.

Penso que a amamentação não é um dever, mas deveria ser um direito de todas as mães. A amamentação plena, exclusiva, com apoio, suporte e compreensão. A amamentação sem medos, sem culpas, sem críticas. A amamentação da forma que o binômio mãe-bebê quiser, hoje tão difícil de ocorrer sem interferências.

A maternidade e a convivência com grupos de mães me fez perceber o quanto sou privilegiada. E como é confuso perceber isso. Claro, parece melindre reclamar de algo apesar dos próprios privilégios. Não reclamo de nenhum deles, porém, por muitas vezes caí e caio na armadilha de não me dar o direito de viver minhas dificuldades pelo simples fato de me achar petulante de reclamar de qualquer coisa, afinal, tenho tanto…

Sou privilegiada, as coisas pra mim foram relativamente fáceis. No olho do furacão, é claro que muitas vezes me senti sem chão, sem saída, sem perspectiva. Mas conversando com outras mulheres, debatendo nuns grupos muito bons que conheci, pude perceber o quão sortuda eu fui e isso me fez crescer como mãe, mulher e pessoa, me permitiu conseguir ter empatia e me colocar no lugar daquelas outras mulheres com mais facilidade. E agradeço muito por este crescimento pessoal que estes grupos me possibilitaram até aqui.

Legenda #pracegover Imagem vista de cima. Eu vestindo uma saia estampada de flores verdes e azuis, fundo amarelo e detalhes em rosa, e camiseta rosa levantada para Gabriel mamar no peito. Ele veste somente uma fralda de pano azul. Amauri está do meu lado esquerdo, vestindo bermuda bege e camisa branca de malha, me abraçando enquanto acaricia a cabeça de Gabriel com a outra mão. Estamos sentados num colchão no chão, cercados de dois rolinhos beges, à direita, uma almofada bege saindo por trás de Amauri, um cursinho de pano bege quadriculado, com um laço marrom no pescoço, mais uma almofada listrada de verde e mais uma almofada verde com bolinhas brancas.

Sou privilegiada desde que nasci, mas aqui quero focar no aspecto específico da maternidade e amamentação. Pra início de tudo, engravidei, embora sem planejar, num lar estruturado, num casamento relativamente sólido, de um homem íntegro e de caráter, disposto a trabalhar pela nossa solidez e felicidade enquanto família. Noutros tempos, poderia dizer que “soube escolher”, mas hoje tenho absoluta certeza de que tudo não passou de sorte. Aquela sorte que me colocou no lugar e na hora certa, que fez com que nosso relacionamento acontecesse, nossos ritmos casassem e afinidades aflorassem. Pura sorte. Privilégio.
Embora não sem algumas questões e medos a lidar, tive uma gravidez tranquila, um apoio imensurável do meu marido, a oportunidade de buscar informações sobre o parto e encontrar pessoas boas pelo caminho, que me prepararam não só pra o nascimento do meu filho, mas para o que poderia acontecer no puerpério e na maternidade. Empoderei-me. Consegui me deslocar e encontrar vaga para parir no local que escolhi. Atendi aos critérios e o TP se desenvolveu sem intercorrências. Pari sem dificuldade, num trabalho de parto rápido e com pouca dor. Não sofri violência obstétrica. Meu filho não saiu do meu lado nem por um minuto. Não tive nenhuma interferência negativa na amamentação, ninguém naquela instituição duvidou nem por um minuto que eu pudesse amamentar meu filho.
Meu filho nasceu e veio logo pro meu colo. Pegou o peito imediatamente, com uma pega linda, boquinha aberta, lábios viradinhos pra fora, sucção eficiente. Tudo perfeito. Ajeitávamos a pega em alguns momentos, marido de olho enquanto eu cochilava sentada muitas vezes, me ajudando, me guardando, corrigindo a pega, me garantindo conforto, água, comida, um livro, celular carregado e quaisquer outras coisas que necessitasse pra conseguir amamentar e ficar bem e relaxada. Pude conhecer realidades bastante diferentes. De mães que demoraram horas pra conhecer o filho recém nascido. De mães que são imediatamente desacreditadas, cujos filhos recebem uma chuquinha com leite artificial nas primeiras horas de vida, ao invés de elas receberem a orientação necessária pra saberem que podem amamentar. De mães que passam dias no hospital desacompanhadas, cortadas, violentadas, desassistidas. Mães de primeira viagem, ou de segunda, ou de terceira, cujo cuidado tão importante neste momento de fragilidade é negado e, no lugar de acolhimento, recebem uma sentença: você não vai dar conta de amamentar seu filho, você não vai conseguir, você não pode, seu leite não faz bem, seu leite não é suficiente, seu leite não sustenta. Essas mães chegam em casa frágeis e deparam-se com uma realidade pesada e exaustiva, de abandono, de sobrecarga, de falta de informação e acolhimento, de julgamento, de repreensão, de inadequação.
Sim, tive muita sorte. Tive sorte de, ainda nos primeiros dias do puerpério, poder me dar ao luxo de ter acesso à internet, a grupos de apoio e a informação de qualidade. Foi por ter acesso a tudo isso que deixei de lado a chupeta e a mamadeira, que havia comprado com a convicção de quem pensa que estará incólume aos riscos dos bicos artificiais. Sim, meu filho teve uma pega perfeita. Sim, meu filho mamou e ganhou peso lindamente. Sim, meu filho não me exigia muito além de colo, muito colo, e atenção. E peito. Eu nem sei se conseguiria seguir convicta se quaisquer destas variáveis tivessem saído do controle. Teria me rendido? Teria complementado de uma forma segura? Não sei. Fato é que meu filho queria leite e eu tinha leite. Meu filho queria colo e eu tinha disponibilidade de colo. Meu filho queria sugar pra se confortar e eu tinha disponibilidade de dar o peito. Meu filho aprendeu a sugar os dedos e eu fui respeitada na decisão de não oferecer a chupeta (“por enquanto”, eu dizia).
Confesso que encontrei dentro de mim uma força que nem sei de onde veio pra conseguir fazer e manter as escolhas que fiz. Não posso expressar o quanto me afligiu tentar não me abalar com os conselhos inoportunos (“seu filho mama muito, seu leite é fraco”, “dá a chupeta, que é mais fácil de tirar que o dedo”, “dá um engrossante, vai dormir a noite toda”, “dá água, tá muito calor”, “coloca pra dormir no quarto dele, vai viciar se ficar na sua cama”, “está chorando, é fome” e por aí afora). Nesta jornada, aprendi a me conectar com meu corpo e com meu filho de tal forma, que me aflige o risco que corri de sucumbir e seguir um caminho diferente. Eu não seria feliz seguindo um caminho diferente. Respeito quem segue, respeito quem faz outras escolhas, acredito, de verdade, que existe felicidade em escolhas diferentes. Mas eu não seria tão feliz.
É lindo, também, perceber que todo mundo pode feliz à sua forma, que cada escolha representa perdas e ganhos e que cada realidade apresenta um caminho diferente. E tudo bem. Há muito tempo, ouvi de uma amiga o seguinte: “hoje, sou feliz com a amamentação em 70% do tempo, mas estou farta em 30% dele”. Muitas vezes passei por momentos em que fui quase 100% infeliz com a amamentação. Felizmente estes momentos passaram, mas foram eles que me mostraram que a amamentação é algo real, orgânico, humano. Foram eles que possibilitaram uma mudança de perspectiva no relacionamento com o meu filho e na minha visão da própria amamentação. Foram eles que me ensinaram que somos dois indivíduos separados, interdependentes, mas que eventualmente serão independentes um dia. E foram estes momentos que me ensinaram que não existe maternidade plena e perfeita, mas que a maternidade é algo real e que se desenvolve dentro dos limites de respeito e crescimento mútuos. Foram estes momentos que me ensinaram que meu relacionamento com meu filho é real, é entre duas pessoas diferentes, cheias de erros e imperfeições. Somos, os dois, imperfeitos, mas estamos, os dois, construindo juntos um vínculo e uma relação real e sem idealizações. Estes momentos passam e voltam, são cíclicos como cíclica é a vida e a história. O importante é saber que eles passam e que, como diria o provérbio, “não há mal que sempre dure, nem tristeza que nunca se acabe”.

Legenda #pracegover
Estamos deitados num sofá bege, com uma manta predominantemente azul escuro com listras finas de diversas cores. Estou do lado esquerdo da foto, deitada com a cabeça sobre o braço do sofá, vestindo uma bermuda jeans escuro e uma blusa cinza levemente abaixada para expor a mama. Gabriel está mamando com um sorriso, no canto dos lábios, na minha mama esquerda, com a mão esquerda sobre a mama direita (por cima da roupa), ele veste somente uma fralda descartável e está com o tronco levemente elevado sobre sua perna direita, flexionada e apoiada no sofá.

Daqui a 9 dias, completaremos 18 meses de amamentação. Começaram (há muito) os questionamentos de “até quando”? E me dá certa aflição sequer saber esta resposta. Eu costumava ver a amamentação como algo difícil, excepcional, intangível e, depois de algum tempo, até reprovável. Sim, eu jamais pensei que chegaria tão longe. Jamais pensei que iria QUERER chegar tão longe. E hoje é algo tão natural pra mim que confesso achar estranho ter que ter a resposta a esta pergunta. Hoje eu digo “pelo menos até 2 anos, que é o que a OMS recomenda”, mas com a convicção de que não tenho convicção nesta resposta. Nestes meses, meu filho me mostrou que não tenho, nem posso ter, controle sobre tudo, pois ele é um indivíduo também, senhor de suas vontades e limitações. Jamais poderia negar pra ele o direito de ficar deitado enquanto não pudesse sentar. Jamais poderia negar pra ele o direito de engatinhar enquanto não pudesse levantar e andar. Não posso negar pra ele o direito de murmurar, apontar e gesticular enquanto não consegue falar. Não consigo negar pra ele o direito de mamar enquanto ele PRECISA mamar. Porque hoje sei que o leite materno é muito, muito além de alimento. Talvez haja um dia em que minhas limitações me obriguem a conduzir um desmame. Não posso prever. Não gostaria de prever. Não gosto, muito menos, que prevejam pra mim o fim desta história que é só nossa e que não precisa dizer respeito a ninguém.

Legenda #pracegover Montagem com fotos de 46 moderadoras do Grupo Virtual de Amamentação, no canto inferior direito, a sigla GVA escrita em letras rosas com bordas pretas.

Mas o intuito deste texto é comemorar. Há exatamente 1 ano, comecei a desenvolver um trabalho voluntário de apoio à amamentação, no Grupo Virtual de Amamentação – GVA. O GVA é um grupo de apoio online (no Facebook) que atualmente conta com mais de 150 mil membros, que todos os dias são acompanhados individualmente por uma de suas 44 moderadoras. Relutei em entrar na moderação. Não me sentia preparada. E não estava mesmo. De bagagem, somente alguns meses frequentando o grupo, tentando levar uma palavra de apoio e um pouco da minha experiência pra aquelas mães que buscavam ajuda. Veio o convite, rebati com um “mas minha experiência é parca”. Eu não sabia que isso não importava, que só importava a vontade de ajudar e estudar sobre amamentação pra difundir conhecimento, destruir mitos, espalhar apoio e sororidade.
A gente entra no GVA não por conhecimento técnico. Embora o grupo da moderação seja formado por médicas, enfermeiras, nutricionistas, biomédicas, odontólogas, fonoaudiólogas, farmacêuticas, pesquisadoras etc, o requisito para a entrada é somente ser mãe e ter disponibilidade de ajudar e estar afinado com os princípios do grupo. Somos notadas e convidadas a ajudar. Quando entramos na moderação, passamos por um período de imersão por muitos textos e material de estudo. O conteúdo reunido e produzido pelo grupo é enriquecedor. A produção de conteúdo é baseada em evidências científicas, assim como na imensa experiência do grupo no manejo da amamentação de milhares de mães. Depois deste período, passamos a moderar os tópicos, orientando sob a supervisão direta de uma moderadora mais experiente, assim como do grupo da moderação, onde discutimos casos e condutas. Este pequeno grupo de mulheres-mães estuda, conversa, está atento às evidências científicas, produz conteúdo e possui mais experiência em amamentação do que milhares de profissionais da saúde, que pouco estudam do assunto. O GVA quebra paradigmas, porque é um trabalho de mães para mães, com dedicação e responsabilidade, com interesse genuíno no assunto, com uma vivência das dificuldades da amamentação que vai muito além da vivência da grande maioria dos profissionais de saúde. Até porque amamentação não é doença, não deveria ser medicalizada, deveria ser natural e apenas fortalecida nos consultórios médicos. No GVA, sabemos que um complemento bem indicado salva vidas, mas que um mal indicado é capaz de arruinar a amamentação de alguém. E que na grande maioria das vezes, esta má indicação se dá porque não se há tempo de ouvir a mãe, a puérpera, a mulher. Porque não se há tempo de olhar o bebê, de se fazer um exame clínico decente, de se aventar as diversas possibilidades de baixo ganho de peso. Porque se ignora o que seria o comportamento normal de um recém nascido. Porque é mais fácil colocar a culpa na mãe, na mulher, em seu leite e na sua falta de capacidade de nutrir. Porque quando se descobrem os verdadeiros problemas, o bebê já está desmamado, a mãe já está insegura, por vezes destroçada, subjugada, diminuída. É institucional. É estrutural. É difícil de lutar contra.
Mas seguimos com nosso trabalho de formiguinha. Foi a ajuda de centenas de mulheres que tive o prazer de escutar, acolher, orientar e apoiar que me fizeram enxergar as diversas nuances dessa minha história. Estas muitas mulheres que não possuem o privilégio que eu tive e que me fazem grata e feliz por tê-lo tido e poder, agora, retribuir de alguma forma. É com as histórias destas mulheres que eu enriqueço a minha própria história e consigo ressignificar momentos e me fortalecer pra seguir tranquila o nosso caminho. Foi com o apoio das demais moderadoras que cresci e me livrei de muitas inseguranças. Foi com o confronto com suas realidades diferentes que também pude ressignificar o próprio trabalho do grupo e minha participação ativa nele. Foi com a oportunidade que me foi dada e quase recusada porque “não tinha tanta bagagem assim” que pude me reconstruir como mãe, como mulher e como pessoa. Eu não tenho palavras pra expressar minha gratidão e sinto que o pouco que faço jamais será suficiente pra agradecer por tudo o que tive a oportunidade de ter e viver durante toda a minha vida. Mas este pouco é o que tenho a contribuir e quero que possa se espalhar e ser suficiente pra que alguns de meus privilégios possam ser um pouquinho de cada uma daquelas mulheres e bebês.
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Grande beijo, Mari

7 meses de Biel, introdução alimentar, BLW

Passaram os primeiros 6 meses de amamentação exclusiva de Gabriel (\o/), iniciamos a introdução alimentar. Iniciamos a introdução alimentar pelo método BLW, embora algumas vezes eu recorra à tradicional papinha…

Gabriel sentado no cadeirão comendo goiaba cortada em tiras

Gabriel sentado no cadeirão comendo goiaba cortada em tiras

Longe de mim querer ensinar o método, mas, apenas para situar quem nunca ouviu falar dele, explico. BLW, Baby-Led Weaning, significa Desmame Guiado pelo Bebê. Quem vê de fora pensa que se trata de oferecer comida aos pedaços, mas é muito mais que isso. Significa respeitar o tempo do bebê e deixar que ele próprio conduza o desmame. Sim, quando começamos a oferecer qualquer coisa que não seja leite materno, inicia-se o desmame.

Bom, para fazer a introdução alimentar pelo método BLW, o bebê deve sentar-se sem apoio. Biel começou a sentar sem apoio uns 7 dias antes de completar 6 meses, a partir daí, passou a sentar-se conosco e acompanhar nossas refeições. Aguardei completar os 6 meses antes de oferecer qualquer coisa, pois sei que este marco é bem importante para que o bebê esteja preparado para receber outros alimentos, inclusive líquidos.

Com 6 meses e 5 dias, iniciamos a introdução alimentar, com frutinhas 1 ou 2x ao dia, 3 semanas depois introduzimos o almoço, que segue basicamente o mesmo cardápio da casa, com pequenas adaptações para que consiga comer sozinho (passei a cozinhar nossa comida sem sal). As duas primeiras semanas foram bem desanimadoras… Biel até comia, mas não tinha interesse em pegar os alimentos e levar à boca. Confesso que neste período eu fugi um pouco do método. No BLW, não devemos intervir, devemos deixar o bebê criar sozinho despertar a curiosidade e experimentar quando, o quanto e o que quiser. Mas minha impaciência fez com que eu colocasse alguns pedacinhos na boca dele, pra despertar o interesse, claro que sem forçar nada. Funcionou bem, na terceira semana, Biel já começou a comer super bem!

De lá pra cá, foram muitas evoluções. Relacionando pra quem está de fora, parece quase nada, mas ver que tudo isso ele não sabia fazer e foi aprendendo com muito esforço e dedicação é lindo!

Gabriel sentado no cadeirão comendo uma rodela de banana espetada no garfo

Gabriel sentado no cadeirão comendo uma rodela de banana espetada no garfo

Hoje, aos 7 meses e 10 dias, Gabriel já domina:
  • Pegar e levar à boca os alimentos em pedaços médios (do tamanho de uma rodela de banana, aproximadamente);
  • Passar os alimentos de uma mão à outra para que fiquem em melhor posição para levar à boca;
  • Segurar e tirar pedaços de alimentos cortados em tiras ou no formato de biscoitos ou bolinhos pequenos;
  • Mastigar e engolir pedaços pequenos e moles;
  • Retornar o alimento à ponta da língua, para mastigar melhor ou colocar pra fora;
E ainda não domina, mas já tenta:
  • Levar a colher à boca e derramar a comida (dentro da boca);
  • Levar à boca pedaços espetados no garfo;
  • Segurar o copo de treinamento (de bico rígido e sem válvula) para beber água sozinho (ainda não consegue levantar o fundo do copo).
Oferecer comida aos pedaços significa lidar com MUITA bagunça, por isso nem sempre é possível e às vezes recorro a uma papinha ou uma sopinha. Mas tudo bem, tudo ao seu tempo.
Neste meio tempo, percebi que muitas outras habilidades foram desenvolvidas, Biel já engatinha, levanta-se e anda apoiado e empurrando nos móveis, desce e sobe do colchão, sobe degraus em quatro apoios (não deixei descer ainda), consegue adormecer sozinho… Eu quero crer que a autonomia que estamos proporcionando ao oferecer os alimentos desta forma tenham lhe dado confiança pra arriscar mais, mas, claro, pode ser mera coincidência.
OBS: Legendas das fotos #pracegover
mari2

Tudo eu

Nas últimas duas semanas, tive a companhia da minha querida Tia Suze, que havia prometido esta visita desde que descobri minha gravidez. Ela veio pra fazer companhia, pra fazer comidinha fresquinha todo dia, pra deixar meu freezer abastecido de comida, pra revezar colinhos pra Gabriel, pra me liberar pra umas saídas, enfim, pra prestar uma ajuda real tão necessária. Muito obrigada, Tia Suze!

2ea4e7_44acf202abe24ba9b89c55e4df88e92aBom, então nestas duas semanas, tive uma rotina mais leve, consegui ler um pouco e um dos livros que li foi Tudo Eu, de Elisama Santos. Senti-me extremamente acolhida por suas palavras (até porque também pari uma cotovia)…

Não lembro exatamente se Elisama ou alguma outra pessoa falou que “ser mãe é padecer num paraíso solitário”. E é. Sinto isso desde que pari e senti muito nestas semanas, por alguns motivos. Primeiro pela cobrança que sentimos em estarmos sempre felizes por sermos mãe, enquanto nosso coração e nosso corpo estão em frangalhos. Depois, porque (quase) todo mundo à nossa volta faz questão de perpetuar a ideia de que a maternidade é linda 100% do tempo. Tenho amigas com filhos de poucos meses que fazem parecer tão fácil e maravilhoso que acabo me sentindo ainda pior quando divido alguma experiência negativa. Parei de dividir minhas experiências com as pessoas mais próximas.

Senti isso com força quando publiquei meu último post, pois relatei minha experiência com o sono de Gabriel e, embora tenha feito um relato muito sincero, percebi que algumas pessoas focaram no “dormia 6h seguidas”. Sim, ele chegava a dormir 6h seguidas, mas isso nunca foi rotina e quando acontecia era motivo de muita comemoração! Percebi que quando a gente conta alguma vitória na maternidade, imediatamente é interpretado como se tudo fosse fácil. Não é fácil não, gente, é muito difícil!

Então, calhou do Marido precisar viajar esta semana, justo quando Tia Suze estaria aqui. Foi Deus que programou as coisas certinho. Ok, não tão certinho, porque calhou de Gabriel passar por um pico de crescimento AND crise dos 3 meses em plena viagem do pai. Okay, a força na peruca teve que ser redobrada!

Pra quem não é mãe (ou teve a sorte de ter um bebê-anjo), durante os picos de crescimento, o bebê requisita MUITO a mãe. Gabriel costuma passar a fazer as mamadas da madrugada a cada 1 ou 2h. Durante o dia também fica mais grudado. Alie a isso o fato de eu simplesmente não conseguir dormir durante o dia. E eu tento, viu?!

No sábado, mais ou menos às 19:30, comecei a sentir meu olho arder. Olhei no espelho, nada, deduzi o óbvio: sono. A cabeça começou a doer, fazendo companhia pro corpo que já doía inteiro e tinha dificuldade de subir as escadas. Marido eatava viajando há duas noites e por duas noites estava cuidando de um pico de crescimento sozinha. Durante o dia, Tia Suze já ajudava bastante, achei que daria conta das noites.

Obviamente, não havia dado conta das duas noites, pois nesta terceira já estava esgotada. Fiz a rotina da noite, Gabriel dormiu e liguei pra Marido. Expliquei-lhe que estava num nível de exaustão tal que ele precisaria assumir a cria por pelo menos três horas naquela madrugada, quando chegaria de viagem, pra que eu pudesse dormir. Acerto feito, virei pro lado e adormeci imediatamente.
Vinte minutos depois, Gabriel acordou chorando, fui socorrê-lo, mas o peito não adiantava, o colo não adiantava, o balanço não adiantava. Estava sofrendo do Efeito Vulcão, pois quase não dormira durante o dia. Estávamos os dois num efeito vulcão e ali, sentada em seu colchão, abraçada a ele, comecei a chorar. Copiosamente. Soluçava um choro de desespero e angústia. Será que será sempre assim? Eu não vou dar conta. Eu não estou dando conta.

Tia Suze ouviu meu choro e correu ao quarto. Arrancou Gabriel dos meus braços e ordenou que eu saísse pro meu quarto ou deitasse ali mesmo pra dormir. Fui pro meu quarto pra tentar esquecer que tinha um bebê insone ali ao lado.

Dormi profundamente. Durante a noite, mais ou menos a cada duas horas ela ou Marido (que chegou e eu nem vi) traziam Gabriel pra mamar, sempre que o ninar não resolvia mais. E assim tive uma noite de sono que, se não se pode dizer que foi boa, pode-se dizer que foi razoável, pelo menos pra recuperar a sanidade…

Hoje a tarde fui deixar Tia Suze na rodoviária e chorei ao me despedir. É muito difícil encontrar alguém que te ajude de verdade, entendendo que a situação em que nos encontramos não é culpa nossa, nem de Gabriel, nem de ninguém, simplesmente são as coisas como elas são, porque a maternidade é assim. E porque pedir ajuda é necessário e também porque receber ajuda sem pedir é reconfortante e renovador.

mari2

Sobre dormir no próprio quarto, cama compartilhada e os (quase) 4 meses de Gabriel

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Minha intenção inicial ao fazer este post era fazer um relato da maternidade mês a mês, mas quem é mãe sabe das dificuldades de se organizar nestes primeiros meses, mas acabei juntando assunto do segundo ao quarto mês, pra contar como sobrevivemos até aqui…

Quando busquei informações para conseguir ter o meu parto normal, uma das coisas mais importantes foram os grupos de apoio ao parto humanizado e, naturalmente, vi-me imersa nos princípios da criação com apego e fiquei super fã do Dr Carlos Gonzalez. Natural, afinal um dos princípios da criação com apego é a preparação para a chegada do bebê, o que, obviamente, envolve um parto o mais natural e respeitoso possível. Comecei a devorar textos sobre criação com apego e me deliciei no Bésame Mucho.

É importante dizer que uma das coisas que víamos com maus olhos era a cama compartilhada. Ainda assim, providenciei um bercinho tipo moisés, que ficava da altura certinha da nossa cama, ou seja, uma forma que eu pensava ser mais segura e menos radical deixar o bebê próximo e atende-lo no menor tempo possível. Ao ler sobre a teoria da exterogestação, compreendi que a necessidade do bebê de contato humano, sobretudo com a mãe, é uma necessidade real, muito importante para o seu desenvolvimento. Assim, estávamos decididos a dar todo o colo que Gabriel necessitasse, cientes de que isto era o melhor pra ele, indo de encontro a muitas pessoas que vinham nos dar o famoso pitaco “não dá colo, vai viciar”. Hoje, posso dizer que ter dado todo o colo que Gabriel precisou não só não o viciou como o tem tornado cada vez mais independente e calmo.

Gabriel nunca foi uma criança daquelas resignadas, que ficam bem no berço desde o primeiro dia de vida. Não, ele sempre precisou de muito colo e muito peito. Tanto colo e tanto peito que, no quarto dia em casa, eu tinha crises de choro, que aliavam cansaço ao medo do tal “vício em colo” e ao fato de Gabriel não dar um minuto de descanso. Ajuda neste momento foi fundamental. As avós materna e paterna revezaram-se aqui no primeiro mês e a presença delas foi essencial não só pra cuidar das coisas da casa, mas pra dar o colo que Gabriel precisava quando eu já não aguentava mais.

Bom, numa dessas minhas crises, minha irmã sugeriu que eu amamentasse deitada. Decidi então tentar fazer a cama compartilhada, com Gabriel dormindo na nossa cama mesmo, entre nós. Ah, por que não tentei isso antes? À noite, vivíamos acordados revezando entre amamentar, colocar pra arrotar, trocar, ninar, colocar no bercinho e imediatamente ver o bebê acordar e começar tudo de novo. De repente, com a cama compartilhada, não era preciso acender a luz, não era preciso levantar pra amamentar, nem colocar pra arrotar (desencanei, bebês amamentados nem sempre precisam arrotar, mas esta é uma outra discussão), muito menos pra colocar no bercinho. As trocas continuaram em média uma vez por noite, pois Gabriel nunca chiou com fralda suja e nem sempre víamos o cocô, já que Marido sequer acordava e eu dormia durante a mamada.

Que noites! Comecei a descansar novamente, a amamentação se estabeleceu lindamente, Gabriel passou a dormir bem e, sem chorar, pedia pra mamar mais ou menos a cada 2h30, depois 3h, 4h, 5h, por fim, chegava, em algumas noites, a dormir 6h seguidas! Eu já sofria ao lembrar que, aos três meses, havíamos combinado de colocar Gabriel no quartinho dele…

E o terceiro mês foi embora, deixando de brinde uma das piores crises de pico de crescimento e salto de desenvolvimento (juntos) que Gabriel já teve. Choro o tempo todo, peito o tempo todo, noites com mamadas a cada 1 ou 2h. Decidimos deixar passar esta fase. Ainda bem que durou somente 4 dias e aproveitamos o carnaval pra fazer a transição.

Vale lembrar que, por já saber que haveria esta transição, Gabriel já dormia entre nós, porém num travesseiro antirrefluxo, num ninho feito de toalhas. Também só me senti segura porque Gabriel já dormia sozinho muitas vezes: largava o peito, conversava qualquer coisa com o teto e dormia. Para iniciar os trabalhos, coloquei um colchão de solteiro ao lado do colchão dele (ele tem um quarto montessoriano), deitei do seu lado e fizemos a mesma rotina que vinha sendo feita nos últimos dias: massagem, banho de ofurô, peito e dormir. Uma das piores noites de toda a maternidade. Se dormi meia hora direto, foi muito. Nem eu nem ele dormimos direito, ele estranhou o quarto, estranhou o móbile, estranhou tudo.

Às 5h, chamei Marido pra trocar comigo e fui pra minha cama tentar dormir, mas tudo o que eu conseguia fazer era chorar. Arrependi-me amargamente por ter feito cama compartilhada, por não ter acostumado ele antes, me senti fraca por não ter aguentado o tranco no início, por ter buscado a forma mais fácil, mas “menos correta”, enfim. Ser mãe é se sentir culpada e ficar encucada com tudo o tempo todo. Isso eu já descobri.

Desabafei no whatsapp com uma amiga com quem divido esta fase com tanta cumplicidade que às vezes rio sozinha só de tê-la conhecido. Ane tem uma filhinha 1 semana mais nova que Gabriel e nos falamos o tempo todo, dividindo experiências, medos e dúvidas, enriquecendo-nos mutuamente de informação e amor. Seu apoio foi essencial pra que eu conseguisse relaxar neste primeiro dia. Fomos à praia pra relaxar a mente, almoçamos fora uma comidinha bem gostosa e dormimos à tarde, nos preparando pra mais uma longa noite.

Na segunda noite, Gabriel dormiu um pouco melhor. Demorava muito ainda pra dormir, mas já conseguia fazer 2h de sono e eu dormia umas horinhas de vez em quando. No mesmo horário da noite anterior, chamei Marido, ele ficou ninando Gabriel, mas desta vez consegui dormir e descansar um pouco. Na terceira noite, Gabriel já dormia mais rápido! Continuava acordando a cada 2 ou 3h, mas pelo menos adormecia muito mais fácil. Tirei o colchão de solteiro do quarto e decidi que na próxima noite dormiria na minha cama.

Na primeira noite que me dispus a dormir na minha cama, novamente quase não dormi. Gabriel solicitou bastante, mas também fiquei vidrada olhando o visor da babá eletrônica por muito tempo, com medo de não acordar caso ele chorasse. Nos primeiros 3 dias, Gabriel acordou a cada 1 ou 2h e demorou a dormir, foi muito, muito cansativo, pois quando eu conseguia adormecer, ele já chorava me chamando. Da quarta noite em diante, ele começou a regularizar o sono, voltou a dormir de 3 a 4h, mamando por 10 a 15 minutos nos intervalos e dormindo mais rápido, mas me incomodava o fato de ele acordar chorando, pois quando na nossa cama ele não precisava chorar pra nos chamar, e de não acordar com a animação habitual, passando o dia todo cansadinho e sonolento.

O fato de o quarto de Gabriel ser montesoriano ajudou muito nesta transição e ainda vai ajudar muito enquanto ele mamar no peito, pois continuei amamentando deitada e às vezes ainda caio no sono, mas na mamada seguinte já consigo ir pra minha cama. Sinto falta da cama compartilhada, ainda pretendo praticar esporadicamente, depois que ele estiver mais adaptado ao quartinho dele.

Apesar de ainda acreditar que a cama compartilhada seja tudo de bom, aprendi também que ela deve ser boa pra toda a família, não vale quando não está todo mundo 100% com vontade de fazer. Também li algo que me incentivou muito:

As necessidades dos filhos devem ser uma prioridade, e quanto mais jovem o bebê, mais intensas e urgentes são suas necessidades. Mesmo assim, ele é uma parte daquilo que envolve a família como um todo, incluindo as necessidades dos pais (como indivíduos e como casal) e dos irmãos

Por Thiago Queiroz. Leia mais em:  http://paizinhovirgula.com/criacao-com-apego-aquele-resumo-que-voce-sempre-quis/

Então, como casal, não estávamos 100% satisfeitos em praticar a cama compartilhada e é justo que Gabriel tenha pais afinados e confortáveis com o estilo de criação adotado, para demonstrar a segurança necessária para a prática do apego seguro. Hoje, penso que a cama compartilhada é uma ferramenta, e não pressuposto de uma criação com apego, mas acho que a prática ajuda, e muito, no estabelecimento da amamentação. Embora tenha passado pela minha cabeça o arrependimento, hoje penso que foi a melhor decisão que tomei pra tornar o puerpério um pouco mais leve e tranquilo.

Quanto às noites de sono, a partir da quinta noite, ele voltou a nos chamar com mais calma, somente “conversando”, balbuciando qualquer coisa, voltou a acordar somente de 2 a 3 vezes por noite, mamando rápido e dormindo sem dificuldade. De manhã, acorda passa uns bons minutos conversando com o móbile antes de nos chamar e voltou a me receber com um lindo sorriso matinal. Estou bem feliz!

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Boas próximas noites!

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Diario de viagem: New York, New York – parte 2

Central Park

Impossível ir a NYC e deixar de visitar o Central Park. Se quiser conhecer bem o parque, pode preparar as pernas e a energia, porque é muito grande! Com neve, o passeio é lindo! Como não fui num dia MUITO frio, foi bastante agradável. Parada obrigatória no Strawberry Fields para assistir aos artistas locais e fazer um lanche. Comprei um sanduíche de pastrami na famosa Carnegie Delicatessen & Restaurant e parti para delicia-lo (#sqn) no Central Park. Odiei o sanduiche, mas adorei sentar nos banquinhos e me sentir um pouco nova iorquina (será?).

Sanduiche (eca!) de pastrami

Sanduiche (eca!) de pastrami

Vista no Top of the Rock

Vista no Top of the Rock

The Rockfeller Center

Havia duas opções famosas para ter uma vista aérea da cidade: o Empire State e o Rockefeller Center. Como a vista que inclui o próprio Empire State me pareceu bem melhor, escolhi subir no Top of the Rock e valeu muito a pena. Apesar de bem cheio, o observatório tem 3 andares. Se for só pela vista, imagino ser mais tranquilo, mas como quis ir pra pegar o por do sol, acabei pegando o lugar muito cheio. No prédio também há uma pista de patinação no gelo durante o inverno, mas, baiana que sou, não tive muita energia pra patinar no frio (além de ser carinho pra meu estilo de viagem). O frio lá em cima, aliás, é bem forte, é bom ir preparado.

MET

Metropolitan Museum os Art – MET

Museus de NYC

Eu adoro e visitei alguns museus em NYC. Na verdade, uma das partes mais legais da viagem foi esta e eu me dei o privilégio de apreciar as obras sem ficar na noia de tirar fotos de tudo, porque, afinal, qual a necessidade, não é mesmo?

Metropolitan Museum os Art (MET) – fica ao lado do Central Park, possui uma enorme coleção de obras e relíquias. Confesso que acabei correndo um pouco, pois o museu é ENORME! Como é o mais famoso (acho), acaba sendo bem cheio. A visita é obrigatória pra quem vai visitar NYC. O bom é que o valor da entrada é o visitante que escolhe (o valor recomendado é US$25.00), então não tem desculpa pra deixar de visitar. Claro que é importante dar um valor digno, mas grana curta deixa de ser desculpa;

The Cloisters Museum and Gardens – nunca tinha ouvido falar deste museu, mas ao comprar o ingresso do MET ganhei o ingresso de lá e pensei, por que não? Este museu é longe, fica no Bronx, o que foi até legal para que eu conhecesse outras vizinhanças… Chegando lá, de cara tem um jardim lindíssimo, o Fort Tryon Park, com uma vista linda também da George Washington Bridge. O museu mesmo é um castelo medieval com uma coleção de objetos e obras de arte deste período;

Museum of Modern Art (MoMA) – este foi o museu que mais gostei, ainda mais que fui no dia grátis! Ele não grande como o MET, mas tem coleções lindas de arte moderna, fotografias, projetos arquitetônicos e, na minha opinião a melhor parte, obras de Van Gogh (sim, amo Van Gogh). Vale MUITO a visita. Se for visitar somente um museu, recomendo este!

Solomon R. Guggenheim Museum – bem pertinho do Central Park o próprio prédio deste museu é uma obra de arte. Arquitetura bem moderna, com formas diferentes… A visita flui pelas galerias de forma natural, o prédio te conduz pelas obras naturalmente, seguindo uma sequencia lógica pelos espaços e pelas obras. Ao final, foi a lojinha com lembranças mais interessantes. não podia fotografar no interior, então foi até bom… O ingresso inclui um guia de áudio.

Brooklyn Winery

Brooklyn Winery

Onde comer

Como viajei há quase 1 ano, fica difícil de fazer esta parte, mas alguns lugares que fui foram muito bons:

Rooftop Garden Bar – a noite estava muito fria, mas o terraço deste bar tem banquinhos, roupões e luzes quentinhas para aquecer os visitantes. Vale muito!

Korean BBQ – restaurante coreano, minha amiga chinesa que me apresentou, a comida é muito gostosa, mas se não gosta de pimenta, cuide pra pedir os pratos sem pimenta, pois os apimentados são bem fortes! Neste restaurante faz-se churrasco na mesa, é bem legal.

Brooklyn Winery – a casa é de vinhos, mas os petiscos são deliciosos. Recomendo uma tábua de queijos que era dos deuses (a da foto).

New York Cheesecake

New York Cheesecake

Algum diner – fui no Kellogg`s Diner e recomendo, se puder, ir num domingo, para poder desfrutar do brunch, que inclui um drink, uma entrada e um prato principal de café da manhã bem reforçado (minha escolha foi frutas+mimosa+ovos beneditinos – adorooo). De sobremesa, tinha que comer o famoso, e delicioso, cheesecake de Nova Iorque!

Carnegie Delicatessen & Restaurant – apesar de eu não ter curtido muito o carro chefe da casa, o sanduíche de pastrami, acho válido experimentar…

Uma última dica:

Se estiver indo a NYC, visite o nycgo.com, um site mantido pela prefeitura de NYC, que, além de informações sobre a cidade, dá várias dicas de turismo, promoções, broadway week e restaurant week. Era lá que via quais os dias grátis dos museus!

Grande beijo!

mari2