Diario de viagem: New York, New York – parte 2

Central Park

Impossível ir a NYC e deixar de visitar o Central Park. Se quiser conhecer bem o parque, pode preparar as pernas e a energia, porque é muito grande! Com neve, o passeio é lindo! Como não fui num dia MUITO frio, foi bastante agradável. Parada obrigatória no Strawberry Fields para assistir aos artistas locais e fazer um lanche. Comprei um sanduíche de pastrami na famosa Carnegie Delicatessen & Restaurant e parti para delicia-lo (#sqn) no Central Park. Odiei o sanduiche, mas adorei sentar nos banquinhos e me sentir um pouco nova iorquina (será?).

Sanduiche (eca!) de pastrami

Sanduiche (eca!) de pastrami

Vista no Top of the Rock

Vista no Top of the Rock

The Rockfeller Center

Havia duas opções famosas para ter uma vista aérea da cidade: o Empire State e o Rockefeller Center. Como a vista que inclui o próprio Empire State me pareceu bem melhor, escolhi subir no Top of the Rock e valeu muito a pena. Apesar de bem cheio, o observatório tem 3 andares. Se for só pela vista, imagino ser mais tranquilo, mas como quis ir pra pegar o por do sol, acabei pegando o lugar muito cheio. No prédio também há uma pista de patinação no gelo durante o inverno, mas, baiana que sou, não tive muita energia pra patinar no frio (além de ser carinho pra meu estilo de viagem). O frio lá em cima, aliás, é bem forte, é bom ir preparado.

MET

Metropolitan Museum os Art – MET

Museus de NYC

Eu adoro e visitei alguns museus em NYC. Na verdade, uma das partes mais legais da viagem foi esta e eu me dei o privilégio de apreciar as obras sem ficar na noia de tirar fotos de tudo, porque, afinal, qual a necessidade, não é mesmo?

Metropolitan Museum os Art (MET) – fica ao lado do Central Park, possui uma enorme coleção de obras e relíquias. Confesso que acabei correndo um pouco, pois o museu é ENORME! Como é o mais famoso (acho), acaba sendo bem cheio. A visita é obrigatória pra quem vai visitar NYC. O bom é que o valor da entrada é o visitante que escolhe (o valor recomendado é US$25.00), então não tem desculpa pra deixar de visitar. Claro que é importante dar um valor digno, mas grana curta deixa de ser desculpa;

The Cloisters Museum and Gardens – nunca tinha ouvido falar deste museu, mas ao comprar o ingresso do MET ganhei o ingresso de lá e pensei, por que não? Este museu é longe, fica no Bronx, o que foi até legal para que eu conhecesse outras vizinhanças… Chegando lá, de cara tem um jardim lindíssimo, o Fort Tryon Park, com uma vista linda também da George Washington Bridge. O museu mesmo é um castelo medieval com uma coleção de objetos e obras de arte deste período;

Museum of Modern Art (MoMA) – este foi o museu que mais gostei, ainda mais que fui no dia grátis! Ele não grande como o MET, mas tem coleções lindas de arte moderna, fotografias, projetos arquitetônicos e, na minha opinião a melhor parte, obras de Van Gogh (sim, amo Van Gogh). Vale MUITO a visita. Se for visitar somente um museu, recomendo este!

Solomon R. Guggenheim Museum – bem pertinho do Central Park o próprio prédio deste museu é uma obra de arte. Arquitetura bem moderna, com formas diferentes… A visita flui pelas galerias de forma natural, o prédio te conduz pelas obras naturalmente, seguindo uma sequencia lógica pelos espaços e pelas obras. Ao final, foi a lojinha com lembranças mais interessantes. não podia fotografar no interior, então foi até bom… O ingresso inclui um guia de áudio.

Brooklyn Winery

Brooklyn Winery

Onde comer

Como viajei há quase 1 ano, fica difícil de fazer esta parte, mas alguns lugares que fui foram muito bons:

Rooftop Garden Bar – a noite estava muito fria, mas o terraço deste bar tem banquinhos, roupões e luzes quentinhas para aquecer os visitantes. Vale muito!

Korean BBQ – restaurante coreano, minha amiga chinesa que me apresentou, a comida é muito gostosa, mas se não gosta de pimenta, cuide pra pedir os pratos sem pimenta, pois os apimentados são bem fortes! Neste restaurante faz-se churrasco na mesa, é bem legal.

Brooklyn Winery – a casa é de vinhos, mas os petiscos são deliciosos. Recomendo uma tábua de queijos que era dos deuses (a da foto).

New York Cheesecake

New York Cheesecake

Algum diner – fui no Kellogg`s Diner e recomendo, se puder, ir num domingo, para poder desfrutar do brunch, que inclui um drink, uma entrada e um prato principal de café da manhã bem reforçado (minha escolha foi frutas+mimosa+ovos beneditinos – adorooo). De sobremesa, tinha que comer o famoso, e delicioso, cheesecake de Nova Iorque!

Carnegie Delicatessen & Restaurant – apesar de eu não ter curtido muito o carro chefe da casa, o sanduíche de pastrami, acho válido experimentar…

Uma última dica:

Se estiver indo a NYC, visite o nycgo.com, um site mantido pela prefeitura de NYC, que, além de informações sobre a cidade, dá várias dicas de turismo, promoções, broadway week e restaurant week. Era lá que via quais os dias grátis dos museus!

Grande beijo!

mari2

Diário de viagem: New York, New York…

Não sei vocês, mas eu sempre morria de vontade de conhecer New York e, finalmente, deu certo pra mim! Consegui comprar minha passagem baratinha na Black Friday do ano passado e, como tinha hospedagem garantida na casa de minha amiga, tomei coragem e fui. Sozinha!

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Skyline de Manhattan visto da ilha da Estátua da Liberdade

Pra começar, devo dizer que a cidade é muito grande, tem muita coisa pra fazer e os 9 dias que passei por lá não deram nem pro começo… Antes de ir, planeje bastante seu roteiro, porque tem coisas pra todos os gostos e, como anda-se bastante, é uma viagem bastante cansativa. Fui no início de março, portanto, final do inverno, mas dei sorte de pegar temperaturas até agradáveis (entre 9º e 14ºC), mas o ideal mesmo é fazer esta viagem na primavera ou no verão, a menos que queira também ver neve.

Sinto que foi muito bom ter demorado tanto pra terminar este post. Hoje, relembrando tudo o que vivi, na viagem e depois dela, eu cheguei à conclusão de que talvez esta tenha sido a viagem que mais gostei de fazer até hoje. A sensação de passear pelas ruas de um lugar desconhecido, observando as pessoas e os costumes e, mais que isso, estando completamente só, foi uma experiência incrível.

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Brooklyn Bridge Park

Brooklyn Bridge Park

Este parque é famoso pelo carrossel lindo que aparece em todos os filmes! Eu não andei no carrossel, que estava coberto por conta do frio, no inverno sempre fica assim, funciona num espaço fechado. Recomendo chegar no por do sol, para ver uma paisagem inebriante e tirar fotos lindas!

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Brooklyn Bridge Park

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Brooklyn Bridge Park

Ah, o sorvete de café na Ice Cream Factory do Brooklyn Bridge Park é imperdível.

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High Line Park

High Line Park

O High Line Park é um parque linear elevado, próximo ao Chelsea Market. A vista de cima é linda. Em outras estações imagino que seja muito gostoso passar um tempo sentado nos banquinhos que tem por lá, na neve, o interessante é imaginar que um “viaduto” possa ser construído para as pessoas passarem um tempo se divertindo e não para os carros.

Chelsea Market

Eu adoro mercados. Sempre tento ir nos mercados das cidades. No Chelsea, além de comidas deliciosas, há lojinhas de ingredientes diferentes e inusitados, além de lojas de roupas e acessórios. O ambiente é fechado, com uma arquitetura que é a cara de NYC. Tem que ter um tempinho pra ver tudo e muito auto controle pra não sair de lá carregado de sacolas (de comida, principalmente).

Union Square

Union Square

Union Square

É um lugar lindo pra tirar fotos. Quando não há neve, a praça fica cheia de artistas e pessoas passeando. Pela estação da Union Square passam diversas linhas de metrô, então é um local bem movimentado. Há muitas lojas e alguns bares no entorno.

Conie Island

Conie Island

Conie Island

Praia na neve, quem vai? Apesar da viagenzinha um pouco longa de metrô, queria conhecer. O parque, infelizmente, estava fechado, mas é um lugar lindo, com um deque enorme e gostoso de caminhar.

Connie Island

Connie Island

Estátua da Liberdade e Ellis Island

Estátua da Liberdade

Estátua da Liberdade e Ellis Island

O passeio para a Estátua da Liberdade é feito de ferry. Trata-se de uma linda circular, que faz três paradas, a primeira na ilha da estátua, a segunda na Ellis Island e a terceira em Manhattan. Pode ser comprado incluindo também a subida até o pedestal da estátua ou até a coroa. Para a subida até a coroa, a compra deve ser feita com alguns meses de antecedência, pois poucas pessoas podem subir diariamente. Dentro da estátua, há um museu muito rico, que conta toda sua história. O parque no entorno também é enorme, num dia mais quente imagino que seja muito bom pra passear, com crianças, inclusive.

Ellis Island

Ellis Island

Em Ellis Island, pode-se visitar o Museu da Imigração, no local onde os imigrantes eram recebidos e inspecionados antes de poderem entrar nos Estados Unidos. Muitas das salas e materiais expostos estão extremamente bem conservados, com alguns cômodos que nos levam de volta ao passado. Como no museu da Estátua da Liberdade, há um aparelho de áudio que explica cada coisinha exposta.

9/11 Memorial

9/11 Memorial

9/11 Memorial e 9/11 Museum

No local onde estava o World Trade Center, há dois memoriais como este (uma piscina com cascata nas laterais e com o nome de todos os mortos no atentado em volta). Vale a pena passar pra conferir (fui andando do local onde saem os ferrys para a Estatua da Liberdade) e, se interessar, entrar no museu. Eu não entrei no museu, pois não era uma das minhas prioridades nesta viagem.

Wall Street Bull

Charging Bull

Charging Bull

O famoso touro de Wall Street. Fica pertinho do 9/11 Memorial. Reza a lenda que tocar nos seus colhões faz a gente ficar rico. Tô esperando ainda. rss

Times Square

Times Square

Times Square e Broadway

Visitar a Times Square é programa básico de turista. Imagino que marido ficaria lá por quase um dia só observando os painéis (eu que nem sou da área fiquei caçando os painéis defeituosos, rs). É um lugar pra dar uma olhada, quem sabe comprar um ingresso para algum show… Como fui numa viagem econômica, acabei assistindo somente ao Rei Leão (vale a pena, chorei até), mas acho válido assistir a vários musicais, a produção é impressionante.

Acho que o post tá ficando grande, o WordPress não tá deixando colocar mais nenhuma foto! rss Vou aproveitar e ninar Biel um pouco, depois continuo este diário!

Grande beijo!

mari2

O (pouco) caso da American Airlines

Muitos meses que não escrevo aqui. Nestes últimos tempos, muita coisa aconteceu e diversas vezes passei por aqui pra tentar contar, mas os posts acabam no rascunho, porque é tanta coisa na cabeça que acabo não chegando ao final sem me distrair. Desta vez, embora seja uma situação muito chata, acho que é meu dever relatar todo o caso de forma clara aqui, que é o canal de que disponho, já que deixei tantas pessoas preocupadas sem dar o devido esclarecimento quanto ao seu desfecho. Dito isto, vamos ao caso.

Estou grávida. Quem me segue no Instagram sabe, mas nunca dei esta notícia por aqui. Depois de um início de gravidez meio conturbado, cheio de emoções e dúvidas e desesperos típicos de uma mãe de primeira viagem já conhecidamente dramática, mesmo antes da onda avassaladora do hormônios, chegamos à conclusão que seria uma boa ideia viajar pra fazer o enxoval do bebê no exterior. Concluímos isto por dois motivos: mesmo com o dólar caro, vale a pena comprar muita coisa fora ainda e, afinal, seria uma boa ideia espairecer, viajar e curtir uns momentos em família antes da chegada do bebê (que sabidamente muda muito a vida dos novos papais). Fomos então, eu, marido e minha mãe.

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Tudo ocorreu muito bem durante a viagem, a volta, entretanto, mostrou-se um desfecho extremamente estressante para uma viagem que havia sido tão especial. Nosso voo de volta estava marcado para sair às 23:54 do dia 26/07/2015. Tratava-se do voo AA229, da American Airlines, com serviço direto Miami-Salvador. Chegamos ao aeroporto pouco antes das 21h, fizemos o check-in, despachamos as malas e seguimos para o portão de embarque, que ocorreu por volta das 23h, como esperado.

A aeronave seguiu para a pista normalmente e, ao acelerar para a decolagem, abortou o voo, deixando em desespero os pouco mais de 150 passageiros. Fomos informados que a decolagem havia sido abortada por um superaquecimento em uma das turbinas. Permanecemos na pista, cercados por caminhões de bombeiros e seguranças por pouco mais de 1 hora, quando finalmente seguimos para o desembarque. Deste ponto, teve início uma verdadeira odisseia para conseguirmos retornar.

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Neste mesmo dia, fomos informados que o defeito seria resolvido e que embarcaríamos com um pouco de atraso. Depois informaram que estava chegando uma nova aeronave e que voaríamos nela. Por volta das 3:30, vimos a agente da empresa destacando cartões que soubemos depois serem vouchers de alimentação e hotel, mas estes vouchers só foram fornecidos aos passageiros por volta das 4:30 da manhã. Durante todo este período, os passageiros permaneceram sem informações e com fome, pois não havia nenhum estabelecimento aberto no aeroporto, que não opera durante a madrugada.

Fomos encaminhados para o hotel e orientados a voltar às 13h, pois o voo sairia, então, às 14:30, no dia 27/07/2015. Ao retornar no horário marcado, constava no portão que o voo sairia às 15h, mas alguns passageiros haviam trocado o cartão de embarque e, nele, constava o horário de 18h. Fomos em busca de informações mais precisas, mas não as encontramos em nenhum dos balcões da companhia. Fomos em grupo aos diversos setores em busca de algum gerente ou supervisor que pudesse nos dar uma posição mais confiável, mas os funcionários nos empurravam de setor em setor e, quando nos exaltamos um pouco mais, chegaram a chamar a polícia para nos deter.

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A polícia, até bastante compreensiva com a nossa situação, limitou-se a dizer que sua competência era restrita a questões criminais e, por nossa questão ser de caráter privado, somente nos restaria buscar algum tipo de reparação na Corte (Civil Court).

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Neste meio tempo, busquei diversas pessoas da companhia e informei que estava grávida e que necessitava de acomodações mais adequadas, mas eles pouco se importaram com isto.

Por volta das 16:30, conseguimos conversar com uma gerente de atendimento, que nos tranquilizou afirmando que o vôo das 18h, sim, estava confirmado e seria realizado numa aeronave que viria de New York. Chegou a imprimir um comprovante do que estava dizendo e, quando afirmamos não haver confirmação deste voo no Brasil, afirmou que esta confirmação só se dá quando o avião decola, tentou nos tranquilizar/enrolar.

Às 17:15, realmente chegou uma aeronave vindo de New York, os passageiros desembarcaram e a presença de um avião aparentemente operacional nos encheu de esperança de acabar nosso martírio. Ledo engano. Pouco depois, fomos informados que a aeronave estava em manutenção para resolver um problema no radar. O voo foi remarcado para as 19:30.

Uma grande comoção se formou no balcão e a companhia aceitou relocar alguns passageiros no outro voo 229, originalmente marcado para sair às 23:54 do dia 27/07/2015. Neste momento, fui ao balcão e falei que estava grávida, que deveria ter prioridade, mas a atendente, sem nem olhar pra mim, falou que ali não havia este tipo de prioridade. Retruquei que ali havia grávidas, idosos e deficientes, que eles deveriam ter algum tratamento prioritário, mas ela novamente falou que não havia qualquer tipo de prioridade, que eu deveria entrar na fila como todo mundo. Marido já estava na fila, mas, na sua vez, já haviam acabado as vagas disponíveis naquele voo. Tentei, então, relocação por telefone e consegui naquele mesmo voo que supostamente não tinha vagas. Pronto, resolvido, naquela noite conseguiríamos voar.

Às 18:30, afirmaram que os problemas da aeronave haviam sido resolvidos, mas que agora não havia tripulação disponível para voar. Por volta das 19:30, já havia notícias que havia a tripulação, mas que a aeronave agora estava com um problema nas poltronas da saída de emergência. Não se sabia mais o que era desculpa e o que era verdade e se era realmente seguro voar naquela aeronave. Por volta das 21h, supostamente resolvido o problema, começaram a embarcar os passageiros. Nós, que estávamos relocados no outro voo, frente à insegurança de ficar novamente no aeroporto e à possibilidade de embarcar imediatamente, conseguimos trocar de volta para o voo original e novamente embarcarmos.

Ao ver o avião parado na pista, já nos bateu o pânico de ver acontecer novamente tudo o que acontecera na noite anterior. Infelizmente, o receio se confirmou e, mais uma vez, fomos desembarcados, a aeronave supostamente teria um problema no sensor de calor da uma das turbinas. Ficamos mais de 1 hora dentro da aeronave, antes de desembarcar, o que foi suficiente para perdermos aquele outro voo que, naquele momento, já estava completamente lotado (somente uma pessoa ainda conseguiu embarcar naquele momento).

Os ânimos já estavam exaltados, tanto que quando descemos do avião, já havia reforço policial no portão. Desconfio que a demora em nos desembarcar se deu para que a polícia chegasse, já que as reações mais exaltadas já eram esperadas pela companhia. Pudera.

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Desta vez, pelo menos, providenciaram de imediato os vouchers de hotel e alimentação, de modo que saímos do aeroporto perto da meia noite. De pronto, também nos relocaram em um novo voo, AA9247 e trocaram nosso cartão de embarque, orientando a voltar às 9h, pois sairíamos às 11h. Desta vez, pelo menos, conseguimos ver a confirmação do voo no Brasil, o que nos dava um pouco mais de segurança de que ele realmente iria ocorrer.

11800163_10204438505465978_5166952286345678264_nSomente neste momento recebemos retorno do Consulado Brasileiro, com o qual entramos em contato em busca de assistência. Uma resposta fria, seca e que demonstrava atenção quase zero ao nosso pleito. Naquele momento, tivemos a inocência de acreditar que o Consulado Brasileiro poderia nos dar algum tipo de assistência real, nem que fosse o de providenciar melhores alocações para as pessoas idosas, debilitadas e, por que não, gestantes presentes naquele grupo.

Nosso embarque iniciou naquele dia às 10:30, no avião, a tensão continuava à medida em que víamos que o voo não estava, de fato, pronto. Aguardavam o fornecimento de comida, aguardavam o carregamento das malas… No fim das contas, finalmente decolamos às 12h, pouco mais de 36h do horário previsto originalmente para o embarque e, graças a Deus e às orações de todos, chegamos bem e em segurança a Salvador.

Outras pessoas estavam ou continuaram ainda mais tempo neste martírio. Pessoas que haviam perdido conexões por atrasos da American Airlines e acabaram naquele voo. Pessoas que conseguiram ser relocadas para outras cidades do Brasil para pegar outra conexão para finalmente chegar em Salvador. Desejo que estas pessoas também já estejam nas suas casas neste momento e que jamais tenham que passar por isto de novo.

Todos sabemos que imprevistos acontecem e que é normal haver atrasos em voos por diversos motivos, mas o estresse do grupo, neste caso, foi gerado mais pelo descaso e maus tratos da companhia do que com o atraso em si. Não que um atraso de 36h seja aceitável, mas as condições a que todos forma submetidos neste período foi extremamente desgastante e desumana.

O que nos resta agora é buscar a reparação de danos por via judicial, mas uma prestação pecuniária jamais vai compensar todos os danos e humilhações sofridos por todos, sobretudo pra os dois bebezinhos em formação que estavam presentes naquele voo. Fica o alerta então para quem planeja suas próximas viagens, pois soubemos de muitos problemas parecidos ocorridos em outros voos da companhia. Com certeza é uma economia que não vale a pena.

Vejam notícias que foram divulgadas sobre o caso:

A Tarde – Brasileiros ficam retidos em Miami após problemas em avião

A Tarde – Brasileiros chegam a Salvador após 48h em aeroporto de Miami

A Tarde – Atraso em voo de Miami para Salvador gera multa do Procon

Bahia Notícias – Voo com destino a Salvador tem problema e brasileiros não deixam Miami há dois dias

Bom dia Brasil – Brasileiros ficam dois dias em aeroporto após cancelamento de voo

BA TV – Passageiros de voo Miami-Salvador reclamam de falta de informação após cancelamento

Jornal da Manhã – Cansaço e alívio marcam a chegada de baianos que aguardaram mais de 48h por voo em Miami

Bahia Meio Dia – Últimos passageiros de voo Miami-Salvador que foi cancelado chegam a capital após 48 horas

Bahia Meio Dia – Passageiros começam a chegar em Salvador após 48 horas de espera por voo em Miami

G1 – Passageiros de voo que atrasou em Miami embarcam; entenda os direitos

 

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Diário de Viagem: Fortaleza-CE

Quando programamos ir a Pedro II, procuramos também um aeroporto próximo que tivesse passagem com preço razoável para voltarmos pra casa e, dentre as opções, escolhemos vir por Fortaleza. Pegamos um ônibus de Piripiri-PI e viajamos durante a noite até Fortaleza, chegamos lá cedinho e só tivemos um dia e meio, já que nosso vôo saía às 14h do dia seguinte. Tratamos de aproveitar da melhor forma!

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Praia de Iracema

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Diário de Viagem: Teresina e Pedro II-PI

Este ano está ótimo pra viajar! Meu cunhado estava passando as férias aqui em casa e, quando acabou e ele estava voltando pra a cidade dele, resolvemos aproveitar nosso tempinho livre pra conhecer a cidade e fazer a visita que estávamos devendo. Fomos de carro com ele e demos continuidade à viagem, mas isto fica pra outro post.

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Começamos a viagem por Teresina, só passamos uma tarde, pois ele tinha assuntos a resolver por lá…

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